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Data 17/06/2011
De Rita Maria Fonseca Matos Chagas
Assunto Meu pai é um guerreiro

Agradeço, de coração, ao autor do texto, Sr. Antonio Monteiro, por ter se lembrado de meu pai, um homem lutador e perseverante.
Sou a décima primeira filha de seu Bibi e de D. Vanda. Aprendi com meus pais o significado da palavra perseverança. Considero-me priviliegiada por ter a família que tenho e por ser filha deles. Meu pai é um homem humilde e, talvez, por causa disso, ele não mencionou que quando enxergava, gostava muito de ler. Ele leu grandes autores brasileiros, conhecia a geografia como ninguém, fazia cálculos matemáticos de cor, possuia uma caligrafia belíssima. Lembro-me, que quando criança, ele nos falava dos escritos de Rui Barbosa, declamava poesias de Olavo Bilac, de Castro Alves; narrava as histórias dos livros de Machado de Assis, José de Alencar e de Graciliano Ramos. Meu pai possui uma cultura de causar inveja a qualquer univesitário. Entretanto, ele cursou apenas o antigo 4º ano primáro. Certamente ele influenciou os filhos, os quais, possuem diversos talentos.
Louvo a Deus, porque hoje meu pai, apesar de não enxergar o mundo, consegue enxergar as coisas de Deus. Por causa da fé que tem em Jesus Cristo e com os olhos da fé, meu pai tem se mantido de pé como um guerreiro que enfrenta as lutas renhidas da vida.
Profª. Dra. Rita Maria Fonseca Matos Chagas

 

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